Tribuna Livre traz o tema Novembro Azul

O mês de novembro visa promover a saúde do homem. Segundo um estudo do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima-se que até 2019, sejam diagnosticados 68.220 novos casos de câncer de próstata no Brasil.

Redação MonteCarlo FM
Foto: Clara Fernandes

Através desses dados, o Legislativo trouxe o tema Novembro Azul para a Tribuna Livre desta terça-feira (06/11), com o objetivo conscientizar e orientar os homens quanto ao câncer de próstata. A Tribuna solicitada pelo vereador Aldinei Potelecki (PRB), foi conduzido pelo presidente da Rede Masculina de Combate ao Câncer de Criciúma, Márcio Nunes Mariano, e a fisioterapeuta voluntária da rede, Marieli Soares Graciano.

De acordo com o parlamentar, o tema é de extrema importância para ser tratado na Casa. “Tive acesso a uma pesquisa afirmando que os homens não dão importância aos sintomas do câncer de próstata e, além disso, muitos desconhecem os sintomas”.

A Rede Masculina de Combate ao Câncer de Criciúma foi criada há um ano através de voluntários que tem como objetivo trabalhar na prevenção de doenças e na conscientização, oferecendo suporte ao público masculino. “Fomos voluntários da Rede Feminina e observamos que as mulheres cuidam da sua saúde, enquanto nós homens não temos o mesmo cuidado. O homem é mais teimoso, e normalmente, quem o leva para os exames é a esposa, e ela tem trabalho com isso. Precisamos nos cuidar e prevenir a doença”, informou o presidente da Rede, Márcio Nunes Mariano.

A fisioterapeuta voluntária da Rede, Marieli Soares Graciano, também alertou sobre a importância do exame preventivo. “Muitos homens tem essa questão do tabu e do preconceito. Precisamos dar conta, o quanto antes, de um possível câncer de próstata. Existe sim, em nossa cidade, uma grande necessidade de fazer com que a população realize consultas e exames de preventivos. Saúde do homem caminha ao lado da saúde da mulher”, ressaltou.

O vereador Antônio Manoel (MDB) fez uso da tribuna para relatar a descoberta e cura de um câncer de próstata. “Eu aconselho as pessoas a realizar os exames, pois só descobri a doença por conta do diagnóstico. Precisamos acabar com o preconceito”.

Colaboração: Daniela Savi – Assessoria de Imprensa Câmara de Vereadores de Criciúma
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