Setor de serviços de Santa Catarina registra terceiro maior crescimento no ranking nacional

Em fevereiro o setor de serviços de Santa Catarina registrou o terceiro maior crescimento no ranking dos maiores Estados brasileiros, de 2,5%, contra 0,7% da média nacional.

Redação MonteCarlo FM
Foto: Secom/Divulgação

Os serviços como transportes e, correios e de prestação de serviços às famílias, tais como alimentação e alojamento, foram os que mais cresceram. Os dados são do IBGE e foram analisados e divulgados no Boletim de Indicadores Econômico Fiscais da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), edição de março.

Para o Secretário da SDS, Lucas Esmeraldino, esta recuperação foi decisiva tendo em vista a importância do setor para a economia estadual. Além disso, o desempenho do comércio e da indústria colocou Santa Catarina entre os Estados onde a geração de emprego mais cresce.

“A melhora nestes indicadores vem contribuindo para uma elevada percepção do empresariado local no que se refere às condições atuais e futuras da economia. Embora tenhamos conquistado elevados índices de confiança dos empresários, entre os mais otimistas do País, nossa economia é muito dependente do mercado interno e, neste sentido, um crescimento sustentável está diretamente relacionado aos sinais positivos da gestão pública, dentre os quais as reformas estruturais que estão se desenhando e a oferta de bons serviços públicos, como segurança pública, segurança jurídica e transparência”, avalia o secretário.

ANÁLISE ECONÔMICA

O Boletim Econômico da SDS tem o objetivo de monitorar a atividade econômica catarinense com análises conjunturais dos principais dados e indicadores do Estado. Na última edição apresentou a última estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) Estadual de 2018.
De forma clara e objetiva, as informações da economia estadual podem ser acompanhadas no Boletim de Indicadores Econômico Fiscais de Santa Catarina, divulgados mensalmente no site da SDS.

O documento reúne as mais recentes estatísticas econômicas oficiais, abrangendo informações sobre o PIB, emprego, balança comercial, produção agrícola, industrial, volume de vendas e receitas do comércio, número de empresas constituídas e baixadas no Estado, consumo de energia elétrica, consumo aparente de cimento, vendas de óleo diesel, inflação e câmbio, as expectativas de agentes econômicos, endividamento das famílias, receitas tributárias e outros dados fiscais do Governo, entre outros indicadores da economia estadual.

Para Paulo Zoldan, economista da SDS, o diferencial do boletim está em concentrar e divulgar os principais indicadores da economia estadual, boa parte deles utilizados nas estimativas do PIB estadual, já que o PIB oficial dos Estados é divulgado com uma defasagem de dois anos. Além disso, o formato permite, além de acompanhar o desempenho de um determinado setor e de seus subsetores, fazer também comparativos com a economia do Estado e com a média do País, numa perspectiva de curto e médio prazo.

“O Boletim, portanto, permite uma perspectiva no tempo e no espaço; é a fotografia atual e o filme dos últimos anos, com curvas de médio e curto prazo. Tudo isso de forma gráfica e de fácil compreensão, propiciando uma leitura rápida e simples do desempenho da economia estadual”, avalia o economista.

O monitoramento permanente da atividade econômica tem permitido também subsidiar ações de acompanhamento do desempenho das políticas públicas, como balanços do Governo e previsões orçamentárias e das receitas do Estado. Um documento mensal e disponível ao público no site da SDS.

Colaboração: Mônica Foltran/Assessoria de Comunicação SDS
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